20 de fevereiro de 2018

Bispos: ABERTURA SOLIDÁRIA


Os bispos das 21 dioceses de Portugal publicaram as respetivas mensagens para a Quaresma, exceto Viseu, e indicaram a quem se vai destinar o produto das renúncias quaresmais dos diocesanos. A maioria manifestou uma abertura de horizontes que importa assinalar.

Assim:
  • Viana do Castelo reparte as entradas pelas obras na catedral e o financiamento de um hospital no Gana; 
  • Braga destina o produto ao Fundo Partilhar com Esperança e à missão de Ocua, em Pemba (Moçambique); 
  • Lamego contempla as obras no seminário para o adequar à formação pastoral e as vítimas da guerra no Kivu (RD do Congo); 
  • Porto reparte a pecúnia com Fundo Solidário Diocesano e a Guiné-Bissau; 
  • Viseu vai ajudar as vítimas dos fogos do ano passado e uma missão vicentina em Moçambique; 
  • Guarda também auxilia as vítimas dos incêndios e uma obra na Guiné-Bissau; 
  • Aveiro apoia o colégio da diocese e São Tomé e Príncipe; 
  • Leiria-Fátima vai ajudar os cristãos perseguidos no Iraque e no Paquistão; 
  • Portalegre-Castelo Branco tem a RD Congo e o Fundo solidário como destinatários; 
  • Setúbal vai ajudar os cristãos no Iraque e Síria e um projeto na Trafaria; 
  • Évora também destina as renúncias à Síria;
  • Beja distribui o dinherio pela Terra Santa e pela diocese; 
  • Funchal quer ajudar o Fundo Social Diocesano e construir casas para os cristãos no Iraque;
  • Forças Armadas e de Segurança reservam um terço para a capelania e enviam dois terços para Moçambique; 
  • Lisboa vai financiar um programa de educação na República Centro-Africana.

Quanto às restantes dioceses,
  • Santarém quer melhorar o Fundo de Partilha Diocesano, 
  • Angra apoia as vítimas dos incêndios nas dioceses de Portalegre-Castelo Branco e Viseu; 
  • Bragança-Miranda está virada para o seminário e a pastoral;
  • Vila Real empodera a Conferência de São Vicente de Paulo para fazer face à pobreza encapotada e vai criar bolsas de estudo para ajudar seminaristas pobres;
  • Coimbra quer apoiar a Obra Frei Gil 
  • e Faro ajudar um projeto em Aljezur.

Os bispos estão de parabéns: a maioria vai para além das necessidades entre portas e vai fazer chegar o produto da renúncia solidária à África e à Ásia.

9 de fevereiro de 2018

HORA CR17


Ramaphosa conquistou a liderança do ANC. Por fim!

Cyril Ramaphosa, o CR17 da África do Sul, ganhou a liderança do Congresso Nacional Africano – ANC em inglês – para os próximos cinco anos. O combate eleitoral de 18 de Dezembro com Nkosazana Dlamini-Zuma, a ex-mulher do presidente em exercício, foi renhido e dramático. O resultado do escrutínio foi anunciado depois de sucessivos adiamentos. A vitória foi curta: de 179 votos num colégio de quase 5000 eleitores-delegados vindos de todo o país.

Estive na África do Sul no início de Novembro e deu para perceber pelos jornais e pelos colegas missionários que a eleição da liderança do ANC prometia luta até ao fim, sem um vencedor claro.

Explicaram-me que a vitória de Dlamini-Zuma seria um seguro de vida para o presidente ex-marido a contas com inúmeros processos por corrupção. Se Ramaphosa ganhasse, Jacob Zuma seria o grande perdedor, pois ficava à mercê de novas investigações judiciais. O presidente já sobreviveu a oito moções parlamentares de censura.

Ramaphosa tem um percurso interessante: nasceu no bairro negro de Soweto, nos arredores de Joanesburgo, há 65 anos. Iniciou o activismo político ainda jovem e na recta final do regime branco do apartheid. Foi co-fundador da União Nacional dos Mineiros, um dos maiores e mais poderosos sindicatos do país. Negociador hábil, era o braço-direito de Nelson Mandela nas conversações com o Partido Nacional que pôs termo ao regime de discriminação racial e abriu a África do Sul à democracia.

Tido como sucessor de Mandela, foi preterido em favor de Thabo Mbeki, a escolha do ANC para vice-presidente em 1994 e candidato do partido para as presidenciais de 1999, que ganhou.

Ramaphosa, desiludido, abandonou a política e dedicou-se aos negócios. É apresentado como um empresário de sucesso e um dos sul-africanos mais ricos, embora não conste entre os 22 bilionários africanos da lista da Forbes, que inclui cinco sul-africanos.

Um tribunal absolveu-o de cumplicidade na matança pela polícia de 34 mineiros em Marikana durante uma greve violenta em 2012. Ramaphosa fazia parte da administração da empresa inglesa que explora as minas de platina e enviou um e-mail à polícia para pôr termo à greve.

Em 2012, voltou à política activa e dois anos depois foi eleito vice-presidente. Apesar de integrar a administração do presidente Zuma, é tido como um reformador capaz de guiar o partido e o país para lá dos escândalos de corrupção e relançar a economia do país.

Com a vitória mínima de Ramaphosa, a África do Sul pode começar a recuperar alguma autoridade moral que caracterizou o nascimento da Nação Arco-Íris sob a liderança exemplar de Mandela, mas perdida sucessivamente devido à corrupção e avareza de muitos dos dirigentes do ANC. O país disputa a primazia económica africana com a Nigéria, mas os índices de desemprego (na ordem dos 26 por cento), pobreza e desigualdade social são dos mais altos do mundo.

Ramaphosa será o candidato do ANC às presidenciais de 2019, mas o partido que encabeçou o processo de democratização do país está em queda: nas eleições municipais de Agosto de 2017 perdeu câmaras de cidades importantes para a oposição, incluindo Joanesburgo e Pretória. Além de recuperar a confiança do eleitorado, vai ter de unir o ANC, profundamente clivado pela eleição de Dezembro passado.

7 de fevereiro de 2018

Sudão do Sul: ORAÇÃO E JEJUM


Líderes religiosos propõem que as negociações de paz entre as diversas fações beligerantes no Sudão do Sul sejam acompanhas por orações e jejum.

A Autoridade Intergovernamental para o Desenvolvimento (IGAD) está a facilitar uma nova ronda de negociações entre as partes em conflito no Sudão do Sul para reabilitar os acordos de 2015 e salvar a paz que teima em ganhar raízes no países mais jovem do mundo..

A guerra civil já leva quatro anos e, apesar de alguns acordos assinados pelas partes, o conflito continua a matar e a destruir o país.

Recentemente, António Guterres, secretário-geral da ONU, lamentou que nunca viu «uma elite política com tão pouco interesse no bem-estar do seu povo» como a do Sudão do Sul.

O Conselho das Igrejas do Sudão do Sul proclamou um dia de oração e jejum para o sábado, 10 de fevereiro sob o tema «O meu povo, sobre o qual foi invocado o meu nome, se humilhar e procurar a minha face para orar e renunciar à sua má conduta, hei de escutá-lo desde o céu, perdoarei os seus pecados e curarei dos males o seu país» (2 Crónicas 7, 14).

Por seu turno, o Papa Francisco convidou as pessoas de boa vontade a juntarem-se a ele num dia de oração e jejum pela paz especialmente no Sudão do Sul e na República Democrática do Congo a 23 de fevereiro.

A guerra fez mais de dois milhões de refugidos e outros tantos deslocados internos no país. O número de mortos é incerto, mas mais de 100 mil pessoas perderam a vida no conflito.

Filippo Grandi, Alto Comissários das Nações Unidas para os Refugiados, disse recentemente que o conflito do Sudão do Sul atingiu «proporções épicas».

Os líderes religiosos do país apelaram às partes sentadas à mesa das negociações em Adis-Abeba que «respeitem, honrem e cumpram o acordo» que assinarem há ano e meio.

«Que o orgulho, avareza, luta pelo poder político não sejam maiores que a necessidade de paz e reconciliação no Sudão do Sul», escreveram.

E deixaram uma mensagem para os países vizinhos: «Que nenhum interesse regional ou bilateral seja servido à custa do povo do Sudão do Sul.»

5 de janeiro de 2018

CONTINENTE DE ACOLHIMENTO


A grande maioria dos refugiados da África são acolhidos na África.

O Papa Francisco dedica o Dia Mundial da Paz – que se celebra a 1 de Janeiro – aos «Migrantes e refugiados: homens e mulheres em busca de paz» e propõe que «com espírito de misericórdia, abraçamos todos aqueles que fogem da guerra e da fome ou se vêem constrangidos a deixar a própria terra por causa de discriminações, perseguições, pobreza e degradação ambiental.»

Estamos habituados a ver a África como continente origem de emigrantes e refugiados, mas alguns dos seus países são espaços de acolhimento com práticas exemplares.

Há cerca de 250 milhões de migrantes e 22,5 milhões de refugiados espalhados por todo o mundo; metade tem menos de 18 anos. São gente que procura vida melhor e enfrenta riscos tremendos para a tentar. No ano passado, mais de 3000 morreram afogados no mar Mediterrâneo. Recentemente descobriu-se que algumas centenas foram vendidos como escravos em leilões na Líbia, o porto principal de embarque para a Europa, por menos de 400 euros para trabalhos forçados e prostituição.

O Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugidos diz que a África Subsariana acolhe mais de seis milhões de refugiados, um quarto do mundo inteiro. A maioria escapou do Sudão do Sul, República Centro-Africana, Nigéria, Burundi e Iémen.

O Uganda e a Etiópia são os dois países que mais refugiados têm na África. O Uganda recebeu mais de um milhão de sul-sudaneses que fogem da guerra civil desde Dezembro de 2013, mais 215 mil refugiados da República Democrática do Congo, 50 mil do Burundi, 44 mil da Somália, 20 mil do Ruanda, 13 mil da Eritreia e 11 mil do Sudão. A Etiópia acolheu mais de 847 mil cidadãos do Sudão do Sul, Somália, Eritreia e Sudão.

Os Camarões, Chade e Níger dão guarida a cerca de 200 mil nigerianos que fugiram da violência do Boko Haram.

O Uganda e a Etiópia são apresentados como referência pelas políticas abertas de acolhimento aos refugiados. As autoridades ugandesas distribuem pequenas parcelas de terra aos refugidos para habitação e cultivo, embora a competição pelo domínio dos recursos naturais escassos gere alguma tensão com as populações locais.

António Guterres, secretário-geral das Nações Unidas, disse na última Cimeira de Solidariedade com os Refugiados que o Uganda é «o símbolo da integridade do regime de protecção aos refugiados» e propôs as suas políticas de portas abertas como exemplo a seguir no acolhimento dos refugiados.

Há países africanos onde há deslocamentos forçosos, mas que também recebem refugiados. Por exemplo, o Sudão do Sul acolhe pessoas do Sudão (mais de 276 mil), da República Democrática do Congo (14 900), da Etiópia (4500) e da República Centro-Africana (1800).

O papa deixa um recado importante na sua mensagem: «Quem fomenta o medo contra os migrantes, talvez com fins políticos, em vez de construir a paz, semeia violência, discriminação racial e xenofobia, que são fonte de grande preocupação para quantos têm a peito a tutela de todos os seres humanos.» Um alerta que serve para a África e serve para a Europa!

3 de janeiro de 2018

Viseu: DIA DE ALEGRIA




«Celebrai dias de alegria e cantai a Sua glória», diz o Livro de Tobias (13, 8).

É neste registo que a comunidade comboniana de Viseu, hoje, celebra o dom da vida do Ir. António Martins da Costa, que completa 90 anos, e do P. Inácio Babo de Macedo, que faz 68 anos.

O Ir. António Martins além de ser o comboniano português mais idoso é também o comboniano mais antigo: fez os primeiros votos a 9 de setembro de 1954 e os perpétuos seis anos depois.

O Ir. António das Barbas – como é carinhosamente chamado – nasceu em Cepões a 1 de janeiro de 1928, mas foi registado a 3.

A sua vida reparte-se por Moçambique (1962-1969 e 1970-1976), Brasil-Nordeste (1984-1993 e 1997-2009) e Portugal (1954-1962, 1969-1970, 1976-1984, 1993-1997). Regressou em 2010 e vive em Viseu, no Centro de A colhimento da Província.

Apesar de ser o decano da província todos os dias vai trabalhar para a quinta de que é encarregado. A comunidade agradece os vegetais e fruta frescos!

Durante a missa de ação de graças presidida pelo provincial, o Ir. António disse que não pensava chegar a tal idade já que os pais morreram cedo e ele teve alguns problemas de saúde no Brasil.

«Agradeço ao Senhor, porque é Ele que nos leva longe», disse num momento de partilha.

O P. Inácio é de Vila Cova da Lixa. Foi ordenado em 31 de setembro de 1977. Trabalhou na RD do Congo (1977-1983 e 1987-1993), Paris (formador de 1983 a 1987), Moçambique (1999-2008) e Portugal (1993-1999). Regressou em 2008. Vive em Viseu depois de um AVC o ter deixado limitado em julho do ano passado.

«Rezar é o que posso fazer. E não sei rezar», disse durante a eucaristia.

O P. Feliz Martins, missionário no Darfur (Sudão), escreveu uma mensagem para os dois aniversariantes:

Parabéns a você nesta data querida...
Contigo celebro a vida. É bom estares vivo!
Não te espantem os calafrios da velhice!
Porque os anos acumulados ajudam no segredo da maturidade e sapiência.
E quando se lhe ajunta o ingrediente do Amor 
Então vive-se a juventude sem cessar
Onde o provisório dá lugar ao infinito.
A mensagem está aí, jovem como a eternidade, 
Buscando um coração afinado onde pousar o convite: 
Deixa-te amar pelo Amor 
Semeia amor ao jeito do Amor 
E terás parte na Sua juventude!
Não serás jamais anfitrião da caducidade
E a velhice não será hóspede em tua casa.
Serás jovem no mundo. 
Serás Jovem em Deus Amor.
Serás Jovem com Deus eternamente Jovem.

Um abraço de parabéns aos aniversariantes!

20 de dezembro de 2017

PARA BELÉM COM O GPS

Caros amigos

Eis-nos quase lá! Em poucos dias chegaremos a Belém! A menos que percamos o nosso caminho, o que é fácil com tantas barreiras e muros para superar! Além disso, este ano a árvore de Natal na praça central de Belém foi desligada em protesto contra Trump (os herodes também não faltam hoje)! Mas não te preocupes, guia-nos a luz do coração, esperando que continue acesa, porque, de outra forma, será um grande problema!

Em qualquer caso, não vamos perder o ânimo: há sempre a Estrela, olhemos para o céu! É o nosso «navegador satélite» que o próprio Deus nos fornece para que ninguém perca o grande encontro com o Seu Filho. Ele sabe como é fácil perder a cabeça na sociedade de hoje.

De acordo com um rabino contemporâneo, nós costumamos comportar-nos como certas formigas que, tendo perdido o caminho, começam a seguir a formiga à sua frente! Mas mesmo que ela se perca, acabam às voltas num grande círculo, acreditando que estão no caminho certo. Então, amigos, se perdermos o caminho, não façamos como essas formigas, mas levantemos os olhos para a Estrela!

Se acontecer vermos escuro o céu, não pensamos que o GPS nos tenha traído. É mais provável termos ignorado o GPS, como costuma acontecer, porque – digamo-lo com franqueza – ninguém gosta de ser guiado. Então, o GPS, depois de assinalar repetidamente o erro, pára por um tempo para redesenhar uma rota alternativa. Da mesma forma, Deus é paciente connosco. Então, façamos como os Magos: examinemos as Escrituras e discirnamos os sinais da presença de Deus em nossa história, e logo a Estrela reaparecerá para iluminar as nossas trevas.

Desculpem se dou a impressão de estar a «pregar»! Pensando nisso, apenas há dois meses atrás, a doença (SLA) tentou tirar-me a palavra para sempre. Depois de mais uma crise respiratória, fui hospitalizado com urgência por quatro longas semanas e fizeram-me uma traqueotomia. Uma experiência dolorosa que não esquecerei facilmente! Agora respiro ligado a uma máquina e mal consigo fazer-me entender. Tenho pena de não poder responder às vossas chamadas, mas só posso ouvi-las.

Em qualquer caso, eu recuperei a minha «assinatura» do «ESTOU BEM!» e encontro-me sereno, um presente que Deus me concedeu graças a vocês. É verdade que estou cada vez mais limitado no meu corpo, agora praticamente paralisado, mas não me falta o sorriso e o bom humor, louvando a Deus todos os dias pelo dom da vida. Como já não posso usar os dedos para escrever ou a voz para ditar, tive que aprender a usar o ponteiro ocular, ou seja, eu estou a escrever-vos com os olhos! Maravilhas da tecnologia!

Ah, esquecia-me de dizer que, por necessidade, aprendi a imitar o corvo! Para chamar a atenção de alguém emito uma espécie de Crac! Crac!

Então, saúdo-vos calorosamente também com um CRAC, CRAC de bom agoiro para o Natal que se aproxima e para o Ano Novo de 2018. Que Deus abençoe cada um de vocês!

Aperto-vos ao meu coração
P. Manuel João Pereira Correia
Missionário Combonianoa

19 de dezembro de 2017

ESPANHA: COMBONIANOS ACOLHEM JOVENS AFRICANOS




A comunidade comboniana de Granada ofereceu abrigo a 19 jovens imigrantes subsarianos que deram à costa no Sul de Espanha.

O P. Rafael Pérez disse que a comunidade decidiu acolher desde 16 de dezembro alguns jovens que dormiam ao relento nas ruas geladas da cidade de Granada.

Os imigrantes vêm sobretudo da Guiné-Conacri e dos Camarões.

«Chegaram às praias de Almería e a polícia depois de os meter num autocarro, enviou-os para Granada onde foram abandonados à sua sorte na estação rodoviária», disse o missionário.

Um jovem sofre de malária e foi internado. Três têm queimaduras.

Ao grupo dos 36 imigrantes de Almería, juntou-se outro de 45 que desembarcaram em Motril, a sul de Granada.

Também foram transportados de autocarro para a cidade andaluz e abandonados nas ruas junto à estação rodoviária.

«Vista a situação, decidimos dar tecto a 19 imigrantes num espaço da nossa comunidade: dar-lhes de comer, que estejam resguardados do frio intenso, dar-lhes roupa, assistência de saúde», explicou o P. Pérez.

Os missionários da comunidade de Granada estão em contacto com a Cáritas e com outras ONGs para tratar de algumas questões jurídicas referentes aos imigrantes.

O P. Pérez explicou que não podem ser expulsos logo à chegada, mas a polícia pode detê-los dentro de 60 dias de permanência em território espanhol.

Os jovens foram registados à chegada pela polícia que lhes entregou um «acordo de devolução.»

Os combonianos de Espanha vão abrir uma comunidade entre os imigrantes africanos que trabalham nas estufas de Almería juntamente com as Irmãs e os Leigos Missionários Combonianos.

Em Granada, a comunidade dá assistência a uma paróquia para imigrantes.